Oncologia em cães: sinais de câncer, raças de risco e quando a cirurgia é necessária

Dr. Mattheus examinando um cão Golden Retriever em consulta de oncologia veterinária na VetCareBH, em Belo Horizonte.

Encontrar um caroço no cachorro ou perceber uma mudança inesperada em seu comportamento pode deixar qualquer tutor preocupado. Embora nem todo nódulo seja câncer, algumas alterações precisam ser avaliadas por um médico-veterinário para que doenças oncológicas possam ser identificadas e tratadas o mais cedo possível.

A oncologia veterinária é a área dedicada ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos diferentes tipos de câncer que podem afetar cães e outros animais. Dependendo do tipo e do estágio da doença, o tratamento pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou uma combinação dessas abordagens.

O mais importante para o tutor é entender que uma suspeita de câncer não significa necessariamente que não exista tratamento. A medicina veterinária dispõe atualmente de diferentes possibilidades terapêuticas, e a definição da melhor estratégia depende do tipo de tumor, da localização, do estágio da doença e das condições gerais de saúde do animal.

Para quem vive em Belo Horizonte, especialmente na região Centro-Sul e bairros como Lourdes, Santo Agostinho, Funcionários, Savassi e proximidades, contar com acompanhamento veterinário e investigar rapidamente alterações suspeitas pode fazer diferença na condução do caso.

O que é câncer em cães?

O câncer ocorre quando determinadas células do organismo passam a se multiplicar de maneira descontrolada. Essas células podem formar tumores localizados ou, dependendo do tipo de doença, espalhar-se para outras partes do organismo, processo conhecido como metástase.

Existem muitos tipos diferentes de câncer em cães.

Entre as neoplasias encontradas na medicina veterinária estão:

  • tumores de pele e tecido subcutâneo;
  • mastocitomas;
  • tumores mamários;
  • linfomas;
  • hemangiossarcomas;
  • osteossarcomas;
  • melanomas;
  • tumores de boca;
  • tumores do aparelho reprodutor;
  • tumores de órgãos internos.

Cada um apresenta comportamento diferente. Alguns tumores podem crescer lentamente e permanecer localizados, enquanto outros apresentam comportamento mais agressivo.

Por isso, observar apenas o tamanho de um caroço não é suficiente para determinar se ele é benigno ou maligno.

Quais são os principais sinais de câncer em cães?

O câncer pode se manifestar de maneiras muito diferentes. Em alguns casos, o primeiro sinal percebido pelo tutor é um pequeno nódulo. Em outros, a doença pode causar alterações mais gerais no comportamento e na saúde do cachorro.

Alguns sinais que merecem avaliação veterinária incluem:

  • aparecimento de caroços ou nódulos;
  • nódulo que aumenta de tamanho;
  • mudança na aparência de um caroço já existente;
  • feridas que demoram para cicatrizar;
  • sangramentos sem causa aparente;
  • aumento de volume abdominal;
  • perda de peso sem explicação;
  • redução ou perda do apetite;
  • cansaço ou apatia;
  • dificuldade para respirar;
  • dificuldade para mastigar ou engolir;
  • mau hálito associado a alterações na boca;
  • dificuldade para urinar ou evacuar;
  • aumento de linfonodos;
  • dor persistente;
  • mancar sem causa aparente ou claudicação que não melhora.

Esses sintomas não significam necessariamente que o cachorro tenha câncer. Diversas outras doenças podem causar sinais semelhantes.

A recomendação é procurar avaliação veterinária quando uma alteração aparece, persiste ou progride.

As diretrizes atuais de oncologia veterinária reforçam a importância dos exames periódicos e do reconhecimento precoce de sinais clínicos, especialmente porque o diagnóstico e o estadiamento são fundamentais para definir o prognóstico e o tratamento.

Todo caroço em cachorro é câncer?

Não.

Cães podem apresentar diferentes tipos de nódulos benignos, cistos, lipomas e alterações inflamatórias que não são câncer.

O problema é que não é possível determinar com segurança a natureza de um nódulo apenas olhando ou tocando nele.

Um caroço pequeno também pode ser maligno, enquanto um nódulo grande pode ser benigno.

Por isso, ao encontrar um novo nódulo no cachorro, o ideal é mostrar a alteração ao médico-veterinário.

Dependendo das características do caso, o profissional poderá recomendar exames como citologia, realizada por meio da coleta de células, ou biópsia para análise do tecido.

A definição do tipo de tumor por avaliação citológica ou histopatológica e, quando necessário, a determinação de seu grau e estágio são etapas importantes para planejar corretamente o tratamento oncológico.

O câncer é mais comum em cães idosos?

A idade é um fator importante na oncologia veterinária.

De forma geral, a ocorrência de doenças oncológicas aumenta conforme o cachorro envelhece. As diretrizes da AAHA de 2026 destacam o câncer como uma importante causa de doença e mortalidade em animais de companhia e estimam que a doença afete uma parcela significativa dos cães com mais de 10 anos.

Isso não significa que todo cão idoso desenvolverá câncer ou que animais jovens estejam livres da doença.

O que muda com a idade é a necessidade de atenção.

Cães adultos e idosos podem se beneficiar de avaliações veterinárias periódicas mais cuidadosas, incluindo exame físico completo e investigação de alterações identificadas pelo tutor ou pelo veterinário.

A frequência e os exames necessários devem ser definidos individualmente pelo médico-veterinário.

Quais raças de cães têm maior predisposição ao câncer?

Qualquer cachorro pode desenvolver câncer, inclusive cães sem raça definida.

Entretanto, estudos veterinários demonstram que determinadas raças apresentam predisposição genética ou maior ocorrência de alguns tipos específicos de neoplasia.

Entre os exemplos mais conhecidos estão:

Golden Retriever

O Golden Retriever aparece em diferentes estudos sobre predisposição a doenças oncológicas. A raça apresenta associação descrita com tumores como linfoma e hemangiossarcoma, entre outras neoplasias.

Por isso, tutores de Golden Retrievers devem manter acompanhamento veterinário regular e investigar alterações como nódulos, perda de peso, apatia, aumento abdominal ou mudanças persistentes no comportamento.

Rottweiler

O Rottweiler está entre as raças associadas a maior predisposição a determinados tumores, com destaque para o osteossarcoma, um câncer ósseo agressivo.

Claudicação persistente, dor ou aumento de volume em algum membro devem ser avaliados pelo veterinário, principalmente em cães de grande porte.

Estudos populacionais também demonstram que raça, peso corporal e determinadas características de conformação podem influenciar o risco de osteossarcoma em cães.

Boxer

O Boxer é outra raça frequentemente mencionada em estudos de predisposição oncológica, especialmente em relação a alguns tumores de pele, como o mastocitoma.

Isso torna importante avaliar qualquer nódulo novo, mesmo quando pequeno ou aparentemente inofensivo.

Pastor Alemão

O Pastor Alemão também aparece associado a alguns tipos de neoplasia, incluindo o hemangiossarcoma.

Alguns tumores internos podem permanecer silenciosos durante determinado período, o que reforça a importância das avaliações veterinárias ao longo da vida do animal.

Cães de raças grandes e gigantes

Algumas neoplasias ósseas, especialmente o osteossarcoma, apresentam associação com cães de maior porte e determinadas raças.

Isso não significa que todo cachorro grande terá câncer, mas uma claudicação persistente ou dor óssea sem causa evidente merece investigação.

E as raças mais comuns entre os tutores de Belo Horizonte?

Não existe atualmente um levantamento público recente e abrangente que permita afirmar com precisão quais são as dez raças mais adotadas especificamente em Belo Horizonte.

Dados históricos relacionados à população canina da cidade, compilados em pesquisas da Universidade Federal de Minas Gerais, já demonstravam uma presença expressiva de cães sem raça definida — os conhecidos SRDs ou vira-latas — na população atendida em Belo Horizonte.

Em âmbito nacional, dados mais recentes do PetCenso 2025, elaborado a partir de uma base superior a 1,8 milhão de animais cadastrados no ecossistema Petlove, apontam entre os cães mais populares:

  1. SRD;
  2. Shih Tzu;
  3. Yorkshire Terrier;
  4. Spitz Alemão;
  5. Lhasa Apso;
  6. Golden Retriever;
  7. Pinscher;
  8. Dachshund;
  9. Pug;
  10. Maltês.

Entre essas raças, o Golden Retriever merece atenção especial por sua conhecida predisposição a determinadas doenças oncológicas.

Por outro lado, raças pequenas populares como Shih Tzu, Yorkshire, Spitz Alemão e Lhasa Apso não devem ser consideradas livres de risco. Elas também podem desenvolver tumores de pele, mama, boca e outros órgãos ao longo da vida.

A mensagem mais importante para o tutor é: a raça pode modificar o risco de determinados tipos de câncer, mas nenhum cachorro está completamente protegido apenas por pertencer ou não a determinada raça.

Cães SRD também podem desenvolver câncer e precisam do mesmo cuidado diante de alterações suspeitas.

Como é feito o diagnóstico de câncer em cães?

A investigação começa pela consulta veterinária.

O médico-veterinário avalia o histórico do animal, os sintomas observados pelo tutor e realiza o exame físico.

Dependendo do caso, podem ser indicados exames como:

  • hemograma;
  • exames bioquímicos;
  • ultrassonografia;
  • radiografias;
  • exames de imagem;
  • citologia;
  • biópsia;
  • análise histopatológica;
  • avaliação de linfonodos;
  • outros exames para investigação de possíveis metástases.

Não existe um único exame capaz de responder todas as perguntas em todos os tipos de câncer.

Em muitos casos, além de descobrir qual é o tumor, é necessário realizar o chamado estadiamento oncológico.

O estadiamento busca entender a extensão da doença: se o tumor está localizado, se existem linfonodos comprometidos ou se há indícios de disseminação para outros órgãos.

Essa informação ajuda o veterinário a definir o tratamento mais adequado e discutir o prognóstico com o tutor. As diretrizes oncológicas atuais destacam que o diagnóstico citológico ou histopatológico e, em muitos casos, a definição do estágio e do grau tumoral são necessários para estabelecer um plano terapêutico adequado.

Quando a cirurgia oncológica é necessária em cães?

A cirurgia é uma das principais ferramentas utilizadas no tratamento do câncer em cães, especialmente quando existe um tumor sólido localizado que pode ser removido cirurgicamente.

Mas nem todo câncer precisa de cirurgia.

A decisão depende do tipo de tumor, da localização, do tamanho, da possibilidade de remoção adequada, do estágio da doença e da condição clínica do animal.

A cirurgia oncológica pode ser indicada principalmente quando:

O tumor está localizado

Quando a neoplasia está restrita a uma determinada região e pode ser removida com segurança, a cirurgia pode ter finalidade terapêutica e, em determinados casos, oferecer controle prolongado da doença.

É necessário remover o tumor com margens de segurança

Na cirurgia oncológica, o planejamento não considera apenas retirar a parte visível do tumor.

Dependendo do tipo de neoplasia, pode ser necessário remover também uma margem de tecido aparentemente saudável ao redor da lesão. O objetivo é reduzir a possibilidade de permanecerem células tumorais no local.

Por isso, sempre que houver suspeita de tumor maligno, o planejamento da primeira cirurgia é especialmente importante.

O tumor está causando dor ou perda de função

Mesmo quando a cirurgia não tem finalidade curativa, ela pode ser considerada para melhorar a qualidade de vida em situações específicas.

Um tumor pode, por exemplo, interferir na movimentação, alimentação, respiração ou em outras funções do organismo.

Cada situação precisa ser avaliada individualmente.

Existe risco de sangramento ou outras complicações

Alguns tumores podem causar sangramento, ulceração ou comprometimento de órgãos.

Nesses casos, a cirurgia pode fazer parte da estratégia para controlar a complicação e tratar a doença.

É necessário obter material para diagnóstico

Em determinadas situações, pode ser realizada uma biópsia antes da cirurgia definitiva.

O planejamento dessa coleta também é importante, porque a localização da biópsia pode influenciar uma cirurgia posterior.

Por isso, diante da suspeita de câncer, o ideal é que a investigação e o procedimento sejam planejados considerando desde o início a possibilidade de tratamento oncológico.

O tratamento do câncer em cães pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou uma combinação dessas modalidades, sempre considerando o diagnóstico e as características individuais do paciente.

Todo tumor deve ser retirado imediatamente?

Nem sempre.

A ideia de “encontrou um caroço, precisa retirar imediatamente” pode parecer lógica, mas o planejamento correto é fundamental.

Dependendo do tumor, o veterinário pode recomendar primeiro uma citologia ou biópsia.

Também pode ser necessário avaliar o tamanho da lesão, estruturas próximas, linfonodos e possíveis metástases antes da cirurgia.

Isso acontece porque tumores diferentes exigem abordagens cirúrgicas diferentes.

Uma retirada inadequada pode dificultar procedimentos futuros caso seja identificada posteriormente uma neoplasia maligna que necessitava de margens cirúrgicas maiores.

Por isso, diante de um tumor suspeito, o melhor caminho é investigar e planejar — e não simplesmente remover sem avaliação.

Quando a cirurgia não é o principal tratamento?

Existem tipos de câncer que são considerados doenças sistêmicas e, por isso, não são tratados prioritariamente com cirurgia.

O linfoma é um exemplo de neoplasia em que outras modalidades de tratamento podem ter papel central.

Também existem situações em que o câncer já se disseminou, o tumor não pode ser removido com segurança ou a condição geral do paciente não permite determinado procedimento.

Nesses casos, o veterinário pode avaliar outras possibilidades terapêuticas.

O tratamento oncológico pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e cuidados de suporte, isoladamente ou de forma combinada. O objetivo deve considerar não apenas o controle da doença, mas também a qualidade de vida do animal.

O tratamento de câncer em cães causa sofrimento?

Essa é uma preocupação comum dos tutores.

O tratamento veterinário é planejado considerando o equilíbrio entre controle da doença e qualidade de vida.

A estratégia escolhida deve levar em consideração o tipo de câncer, o prognóstico, a idade, outras doenças existentes e as condições individuais do paciente.

Na oncologia veterinária, por exemplo, os protocolos de quimioterapia são planejados com forte preocupação em preservar a qualidade de vida do animal durante o tratamento. As diretrizes atuais também recomendam acompanhamento do estado nutricional, controle da dor e manejo dos efeitos adversos ao longo de todo o tratamento.

A conversa entre o médico-veterinário e a família é fundamental para estabelecer objetivos realistas e escolher a abordagem mais adequada para cada cachorro.

A descoberta precoce faz diferença?

Identificar uma alteração em estágio inicial pode ampliar as possibilidades de investigação e tratamento em muitos tipos de câncer.

Por isso, o tutor tem um papel importante.

Criar o hábito de observar e tocar o cachorro regularmente pode ajudar a perceber:

  • novos caroços;
  • mudanças em nódulos existentes;
  • feridas;
  • alterações na boca;
  • mudanças nas mamas;
  • emagrecimento;
  • perda de apetite;
  • mudanças na disposição;
  • dificuldade para caminhar.

Durante as consultas de rotina, informe ao veterinário qualquer mudança percebida.

Quanto mais cedo uma alteração suspeita for avaliada, mais cedo será possível descobrir sua causa e definir a conduta adequada.

Encontrei um caroço no meu cachorro. Quando devo procurar o veterinário?

O ideal é não esperar o nódulo crescer para procurar orientação.

Marque uma avaliação veterinária quando perceber um caroço novo ou uma alteração em um nódulo já conhecido.

Procure atendimento com maior rapidez se houver:

  • crescimento acelerado;
  • sangramento;
  • ferida sobre o tumor;
  • dor;
  • mudança de cor;
  • dificuldade para caminhar;
  • perda de peso;
  • fraqueza;
  • dificuldade respiratória;
  • aumento importante do abdômen;
  • piora rápida do estado geral.

O veterinário poderá determinar se é necessário investigar imediatamente ou apenas acompanhar a alteração.

Oncologia veterinária em Belo Horizonte: quando procurar atendimento?

Tutores que moram em Belo Horizonte devem procurar avaliação veterinária diante de qualquer alteração persistente ou suspeita de tumor.

A VetCareBH está localizada no bairro Lourdes, em uma região central de Belo Horizonte, e atua com clínica veterinária, oncologia e cirurgia, contando com estrutura para avaliação e realização de procedimentos conforme a necessidade do paciente.

Em casos de suspeita de câncer, o primeiro passo é avaliar o animal e estabelecer um diagnóstico.

A partir dessa investigação, é possível determinar:

  • qual é o tipo de tumor;
  • se são necessários exames complementares;
  • se existe indicação de cirurgia;
  • se o tumor precisa ser avaliado histologicamente;
  • se é necessário investigar metástases;
  • quais são as possibilidades de tratamento;
  • como preservar a qualidade de vida do cachorro.

Cada paciente precisa de uma abordagem individualizada.

Perguntas frequentes sobre câncer e oncologia em cães

Todo caroço em cachorro é câncer?

Não. Existem nódulos benignos e alterações inflamatórias que também formam caroços. Entretanto, somente a avaliação veterinária e, quando indicada, a análise das células ou do tecido podem determinar a natureza da alteração.

Quais são os primeiros sinais de câncer em cães?

Os sinais variam conforme o tipo de câncer. Nódulos, perda de peso, redução do apetite, feridas que não cicatrizam, sangramentos, aumento abdominal, dor e mudanças de comportamento estão entre os sinais que justificam avaliação veterinária.

Qual raça de cachorro tem mais câncer?

Não existe uma única raça que concentre todos os tipos de câncer. Diferentes raças apresentam predisposição para determinadas neoplasias. Golden Retrievers, Rottweilers, Boxers, Maltês, Yorkshires, Poodle, Schnauzer, Pug e algumas outras raças apresentam associações descritas com tipos específicos de câncer. Cães sem raça definida também podem desenvolver doenças oncológicas.

Shih Tzu pode ter câncer?

Sim. Assim como qualquer cachorro, o Shih Tzu pode desenvolver câncer. Embora a raça não esteja entre os exemplos clássicos de maior predisposição geral para algumas das neoplasias mais estudadas, nódulos ou alterações persistentes devem ser avaliados pelo veterinário.

Golden Retriever tem maior risco de câncer?

A raça possui predisposição descrita para determinadas doenças oncológicas e aparece com frequência em estudos sobre câncer em cães. Isso não significa que todo Golden Retriever desenvolverá câncer, mas reforça a importância do acompanhamento veterinário ao longo da vida.

Quando um câncer em cachorro precisa de cirurgia?

A cirurgia costuma ser considerada principalmente em tumores sólidos que podem ser removidos, mas a indicação depende do tipo de câncer, localização, estágio da doença e condição do animal. Alguns tumores precisam de outros tratamentos ou de uma combinação de terapias.

A cirurgia consegue curar o câncer em cães?

Em determinados tumores localizados, uma cirurgia adequadamente planejada pode oferecer controle prolongado e, em alguns casos, ser realizada com intenção curativa. Porém, isso depende do diagnóstico, do comportamento do tumor, das margens cirúrgicas e da existência ou não de disseminação da doença.

É preciso fazer biópsia antes de retirar um tumor?

Depende do caso. Alguns tumores podem ser inicialmente avaliados por citologia, enquanto outros necessitam de biópsia. Em certas situações, conhecer o tipo de tumor antes da cirurgia ajuda a planejar melhor o procedimento.

Onde procurar atendimento para suspeita de câncer em cachorro em Belo Horizonte?

O tutor deve procurar uma clínica veterinária que possa realizar a avaliação inicial e organizar a investigação necessária. A VetCareBH está localizada no bairro Lourdes, em Belo Horizonte, e oferece atendimento veterinário nas áreas de oncologia e cirurgia.

Conclusão

O câncer em cães pode se apresentar de diferentes formas, desde um pequeno nódulo na pele até alterações mais gerais, como perda de peso, apatia ou redução do apetite.

Nem todo caroço é câncer. Mas nenhum nódulo suspeito deve ser ignorado apenas porque é pequeno ou porque o cachorro parece estar bem.

A avaliação veterinária permite investigar a alteração, identificar o tipo de doença e definir se o paciente precisa de acompanhamento, cirurgia ou outro tratamento oncológico.

Para tutores de cães adultos e idosos ou de raças com predisposição a determinadas neoplasias, manter consultas veterinárias periódicas e observar mudanças no organismo do animal são atitudes importantes.

Se você percebeu um caroço, uma alteração que está crescendo ou qualquer sinal persistente no seu cachorro, procure uma avaliação veterinária.

A VetCareBH está localizada no bairro Lourdes, em Belo Horizonte, e conta com atendimento veterinário, oncologia e cirurgia para avaliação e acompanhamento dos pacientes conforme a necessidade de cada caso.

Suspeita de tumor ou encontrou um caroço no seu cachorro? Entre em contato com a VetCareBH e agende uma avaliação veterinária em Belo Horizonte.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta e a avaliação individual realizada por um médico-veterinário.

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